Marcação online, lista de espera no WhatsApp e extras vendidos enquanto o carro já está consigo. Para lavagens que hoje trabalham ao telefone.
Uma lavagem que trabalha bem perde clientes por três coisas — e nenhuma delas se resolve baixando o preço.
Liga, dá ocupado, lava noutro sítio. Ninguém volta a ligar duas vezes.
Marcou por telefone, não apareceu, o box ficou parado. Sem sinal pago, não há custo para faltar.
Sem dados, ninguém sabe que às 12h e às 14h o box está vazio todos os dias.
O mesmo mapa do dia, visto de três lados.
O cliente deixa a chave. Quem leva o carro ao box vê o que o dono não vê — e propõe na aplicação, com foto e preço. Um toque para aceitar.
Sem esforço de venda. Ninguém tem de convencer ninguém ao balcão: a proposta chega ao telemóvel enquanto o carro é lavado. O ticket médio sobe sem entrar mais um carro.
Ampliar uma lavagem é exatamente o tipo de projeto que os apoios públicos financiam — água, energia e equipamento ao mesmo tempo.
A aplicação é a peça que falta. As candidaturas não caem por falta de vontade: caem por falta de números. Seis meses de ocupação, recusas e ticket médio valem mais do que qualquer plano de negócios escrito à pressa.
Os 2 € de cada marcação são pagos pelo cliente — 25 marcações cobrem a assinatura. Menos de 25 num mês: não paga nada. Sem instalação, sem contrato longo. Os pagamentos entram diretamente na conta da lavagem.